SITE DESDE 1993

Prof. Charles Rojtenberg

Caixa de texto: Bacharel, Licenciado, e Psicólogo Clinico (Desde 1993) 
Colaborador e Colunista em Diversos Meios de Comunicação (Desde 1993)
Pesquisador Cientifico e Professor Universitário (Desde 1995)
Foi Chefe da Unidade de Prevenção em DST-AIDS do Estado do Amazonas (2006)
Palestrante e Autor de Diversos Projetos na Sexologia
Embaixador do XIII Congresso Latino Americano de Sexologia e Ed. Sexual (2006)
Fundador e Diretor do IBRAPSE—Inst. Bras. de Pesquisas em Sexologia

VAGINISMO

 

A síndrome do vaginismo caracteriza-se pela contração involuntária dos músculos vaginais. Geralmente ocorrendo na hora das relações sexuais.

Para identificar tal síndrome, basta tentar introduzir o dedo ou o pênis no canal vaginal. Se ocorrer dores ou resistências locais é porque a síndrome esta presente!

 

Mas nem todo mundo sofre da mesma forma. A variação de dor (grau) podem ser classificadas numa escala de 1 até 5. Sendo  o grau 1 dores muito leves, toleráveis que não impedem a relação sexual, mas causam desconforto e grau 5 dores severas e total incapacidade de penetração.

 

Ocorrem também variações na presença ou ausência de parceiros sexuais. Se na presença do parceiro a dor e o medo são mais intensos, então seu caso pode ir além do simples sintoma de vaginismo, mas caracterizado por uma questão mais fóbica e aversiva ao sexo, em geral um vaginismo não tratado que evoluiu e neste caso há necessidade de intervenção mais urgente.

 

O vaginismo é uma síndrome psicofisiológica, ou seja, é um conjunto de fatores que geram problemas físicos e psicológicos. Não há como separá-los!

 

Não adianta tratar deste problema sem uma visão multifatorial e realizar uma terapia convencional sem exercícios específicos é perda de tempo.  O vaginismo necessita ser tratado com tarefas sexuais específicas para poder ser superado em pouco tempo.

 

Os exercícios devem estar em acordo com a vida de cada paciente, não adianta generalizar tratamentos. Por isso o especialista na sexologia é tão importante nestes casos!

 

 A síndrome do vaginismo afeta a liberdade afetiva e sexual na mulher, impede relações sexuais com penetração de forma satisfatória, traz problemas de relacionamento como um todo e até casos de separações. Sem mencionar na falta de motivação, depressões, tristezas entre outros tantos. Só mesmo quem está sofrendo com este problema compreende exatamente o que menciono neste texto.

 

Nos casos mais severos nem os exames ginecológicos e preventivos de câncer podem ser realizados.

 

O vaginismo não desaparece sozinho! Somente uma orientação especializada pode resolver o problema!

Na imagem ao lado podemos observar a contração dos músculos vaginais.

 

A região que irá apresentar a resistência é na entrada do canal vaginal em geral uma região com cerca de 2 a 4 cm de musculatura.

 

Traumas nesta região podem gerar feridas, dores e corrimentos. Nunca force a penetração, as conseqüências podem agravar o problema..

O vaginismo não impede que a mulher fique excitada (molhada, lubrificada) nas carícias sensuais. Também não impede a satisfação pelo toque do clitóris, que é externo. O problema todo começa quando existe alguma possibilidade de penetração que se torna angustiante e dolorosa. 

 

O vaginismo pode ser tão severo a ponto de destruir a união estável.  Muitas pessoas imaginam que o tempo ira resolver o problema, mas isso é um mito. As frustrações e os conflitos aparecem quando o casal descobre que o problema piora a cada dia. O casal tende a brigar por causa do vaginismo com muita freqüência ou desenvolver a fobia sexual, aversão ao sexo.  Podem aparecer chantagens sexuais e as cobranças e pressões aumentam. Casos de traições, ciúmes excessivos são comuns.

 

Não use calmantes ou usar anestésicos para tentar a relação com a presença de vaginismo, isto somente irá piorar o problema e retira o prazer sexual ainda existente, causar depressões e outros problemas mais graves!

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES e saiba como podemos tratar deste problema pela Internet

 

 

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